Meu Deus eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos. Peço-Vos perdão para todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

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Formação Católica
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01 março 2016

PARALELO EDIFICANTE - A GUERRA CRISTERA - JACKSON DE FIGUEIREDO

Os Heroicos Cristeros fazem a guarda e reverenciam a imagem da Virgem de Guadalupe


A América do Norte é um país com cem milhões de habitantes, dos quais só dezenove milhões são católicos.      

O Chefe do Estado americano – que não governa, portanto, um país de maioria católica – na mensagem dirigida a Sua Eminência o Cardeal Mundelein, Presidente do Congresso Eucarístico, ultimamente reunido em Chicago, teve, entre outras, as seguintes palavras:

“Se pôde o nosso País alcançar algum sucesso político, se vive o nosso povo apegado à própria constituição, é porque as nossas instituições estão em harmonia com as suas crenças religiosas.
Daí a importância da vida religiosa da Nação. Assegura-lhe livre exercício o estatuto fundamental do País. Se progrediu a América no terreno econômico, se é ela hoje em dia a mansão da justiça e da liberdade, é graças às profundas convicções religiosas do seu povo”.

Estas são as palavras de Calvin Coolidge, mas não menos afirmativas, não menos brilhantes, não menos graves e comoventes são as do seu representante na sessão inaugural daquele Congresso, o secretário Davis, chefe do Departamento do Trabalho da grande República.

24 fevereiro 2016

A INFLUÊNCIA FEMINISTA RADICAL NA IGREJA - CARDEAL BURKE



Cardeal Burke: a Igreja Católica tem sido muito influenciada pelo feminismo radical

Numa longa entrevista, o Cardeal Burke usou linguagem franca para expressar suas graves preocupações sobre o modo como a Igreja Católica tem sido prejudicada pelo feminismo radical. Ele também tratou, com uma franqueza raramente presente nos pastores, da imoralidade sexual e do abuso litúrgico.

“O feminismo r
adical que tem atacado a Igreja e a sociedade desde a década de 1960 deixou os homens muito marginalizados”, disse o cardeal a Matthew James Christoff, fundador de The New Emangelization, uma missão evangelizadora focada nos homens.

11 fevereiro 2016

BEATO JOSÉ SÁNCHEZ DEL RÍO


"Em tom de zombaria, o comandante do pelotão de fuzilamento perguntou ao jovem mártir se desejava, antes de ser executado, enviar uma mensagem para seus pais. Ele respondeu:

  "Sim, diga-lhes que vamos nos rever no Céu".

Corria o ano de 1926 e, a não ser pela crescente hostilidade do governo de Plutarco Elías Calles contra a Igreja, dir-se-ia que no Estado de Michoacán, no México, o tempo havia parado.

Essa zona agrícola situada entre grandes montanhas e lagos foi marcada pela infatigável evangelização dos missionários franciscanos, agostinianos e de outras ordens religiosas, o que, aliado ao temperamento rijo de seus habitantes, curtidos pela inclemência do clima, e ao relativo afastamento das grandes cidades, tinha dado forma a uma das regiões mais católicas do México e talvez da América.

O Bajío - como é chamado o conjunto formado pelos estados de Jalisco, Aguas Calientes, Guanajuato, Querétaro y Michoacán - é a zona que mais mártires deu à Igreja Católica na América do século XX, e permanece até hoje uma sementeira de vocações religiosas.

01 fevereiro 2016

CONSTITUIÇÃO CIVIL DO CLERO: A REVOLUÇÃO DENTRO DA IGREJA

 Em 12 de Julho de 1790, os revolucionários aprovam a Constituição Civil do Clero. A Assembleia Constituinte quis criar uma Igreja nacional para ajudar na consolidação da nova ordem das coisas.


Antes de assaltar uma fortaleza, atacam-se suas defesas exteriores. Do mesmo modo, antes de tentar destruir diretamente a Igreja com a decretação da Constituição Civil do Clero, a Revolução Francesa procurou destruir certos obstáculos e resistências que se colocavam à sua ação anti-religiosa.

Nessa tarefa preliminar, ela contou sempre com apoio de eclesiásticos partidários da política de alimentar a fera, para diminuir-lhe o vigor. Assim, foi graças ao Clero que os reformistas conseguiram estabelecer uma Assembléia Nacional Constituinte, na qual a votação seria individual – o que assegurava maioria aos revolucionários – e não por classes, como era tradição, nos Estados Gerais. Desta maneira, segundo comentário de Pierre de La Gorce, “a Ordem eclesiástica tinha deixado de existir” (Pierre de la Gorce, Histoire Réligieuse de la Révolution Française, Plon, Paris, 1911, 5 volumes, Vol. I, p.119) – e por culpa dela mesma.

TERROR - A FOICE DA IGUALDADE

A guilhotina da Revolução Francesa


“Chegou à hora de a igualdade passar a foice por todas as cabeças. 
Portanto, legisladores, vamos colocar o terror na ordem do dia!”
Robespierre, em discurso a Convenção, 5/9/1793

 Em 1793, a França Revolucionária, após assassinar Luís XVI, teve que enfrentar, ao mesmo tempo, a invasão das potências européias a leste, e a rebelião dos católicos, na Vendée, a oeste. Favorecida por traições sistemáticas, a Revolução pôde escapar da derrota. Triunfantes, os revolucionários puderam impor um governo tirânico, como poucas vezes se viu na história. A Revolução hipocritamente mascarou a tirania atrás de um suposto governo popular. Nas palavras de Robespierre, “a força do governo popular, na paz, está na virtude; durante a revolução, está na virtude e no terror”.

06 janeiro 2016

EX-MAÇON EXPLICA A RELAÇÃO ENTRE A MAÇONARIA E O DEMÔNIO

Serge Abad-Gallardo - Autor do livro; "Por que deixei de ser maçom".

“Eu não pensava deixar a maçonaria. Tive alguns problemas sérios na minha vida e me perguntava qual a resposta que a maçonaria poderia me dar a esses problemas, porém não encontrei nenhuma resposta. Entretanto no caminho com Cristo sim as encontrei”


MADRI, 04 Mai. 15 / 07:14 pm (ACI).- Serge Abad-Gallardo foi membro da maçonaria durante mais de 25 anos, chegou a ser mestre de 14º grau. Depois de uma peregrinação ao Santuário de Lourdes tudo mudou e começou seu caminho de conversão, que logo o levou a escrever um livro. Na entrevista ao grupo ACI ele explica também a relação que existe entre o demônio e a organização.

“Fiz parte da maçonaria e pensei que tinha que escrevê-lo primeiro para me entender mais e depois para contar às pessoas. Cada pessoa tem a liberdade para fazer o que ela quiser, mas na maçonaria não se fala francamente”, relata o autor do livro “Por que deixei de ser maçom”, editado apenas em espanhol.

“Através do meu livro quero demonstrar que o catolicismo e a maçonaria não podem ser praticados juntos”, explica o ex-maçom.