Meu Deus eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos. Peço-Vos perdão para todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

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Formação Católica
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23 dezembro 2017

ADESTES FIDELES



Adeste Fideles

Adeste Fideles é uma canção de Natal cuja autoria é atribuída ao Rei João IV de Portugal. É certo que dois manuscritos datados de 1640 foram encontrados em seu palácio. O mais provável é que a música seja anterior ao Rei, talvez tenha sido composta por monges cistirciences. A música tornou-se mais conhecida quando foi executada pela primeira vez na Embaixada Portuguesa em Londres, tendo inclusive, sido chamada "Hino Português".

Os textos mais antigos consistem em quatro versos em Latim. Na versão atual, os quatro primeiros versos foram compilados por John Wade em 1740-43; o abade Jean-François Borderies acrescentou três versos em 1822 e o oitavo verso, de autor desconhecido, data de 1850. Em apresentações públicas é habitual omitir versos, pois o hino completo é um tanto longo. O otiavo verso é reservado para a celebração da Epifania. 

Em português a versão mais conhecida é uma adaptação, não uma tradução direta.



Letra em latim:

1. Adeste Fideles laeti triumphantes,
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte, Regem Angelorum;

Refrão:

Venite adoremus,
venite adoremus,
venite adoremus
Dominum!

2. Deum de Deo, lumen de lumine,
gestant puellae viscera.
Deum verum, genitum non factum; (refrain)

3. Cantet nunc io chorus Angelorum
cantet nunc aula caelestium:
Gloria in excelsis Deo!

4. Ergo qui natus, die hodierna,
Jesu, tibi sit gloria.
Patris aeterni Verbum caro factum;

5. En grege relicto, Humiles ad cunas,
vocati pastores approperant.
Et nos ovanti gradu festinemus;

6. Aeterni Parentis splendorem aeternum,
velatum sub carne videbimus.
Deum infantem, pannis involutum;

7. Pro nobis egenum et foeno cubantem,
piis foveamus amplexibus.
Sic nos anamtem quis non redamaret?

09 março 2016

OS ANJOS - MONS. ÁLVARO NEGROMONTE



Há na criação, uma série de seres, que vai desde os minerais até os puramente espirituais. A existência destes últimos não poderíamos conhecer por nossa razão apenas, mas a conhecemos pela Revelação. São os anjos.

- Existência dos anjos
A Bíblia está cheia da existência dos Anjos, os quais aparecem desde o princípio (Gên.3). No Antigo Testamento eles aparecem impedindo que Abraão sacrifique Isaac, consolando Agar no deserto (ver cap. 16 e 22 do Gênesis), alimentando Elias (I Rg 19). E em muitas outras passagens. Nos Evangelhos e nos Atos dos Apóstolos há numerosas aparições de anjos, cumprindo ordens de Deus. Apesar disto, o espiritismo, desprezando totalmente a Bíblia, nega a existência dos Anjos.

- Como são os anjos

Os Anjos são as criaturas mais perfeitas, porque são as mais semelhantes a Deus, por serem puramente espirituais. São superiores aos homens pela inteligência, pela vontade, pelo poder. Fatos da Bíblia o mostram. Um anjo matou de uma vez 185 mil soldados dos assírios (Is 37,36); outro arrebatou Habacuc pelos cabelos e o levou para Babilônia (Dan 14,35).

- Que fazem os anjos?

a) Adoram e louvam a Deus sem cessar, felizes por contemplá-Lo no céu.
O profeta Isaías os viu cantando sem cessar os louvores da SS.Trindade: Santo, santo, santo é o Senhor Deus dos exércitos (Is. 6,3)

b) Cumprem as ordens de Deus
Guardam a porta do paraíso (Gên. 3,24); comunicam o nascimento de Cristo (Lc 2,13) e sua Ressurreição (Lc. 24,4), etc.

c) Protegem-nos contra os males da alma e do corpo, pois, no seu amor aos homens, Deus deu a cada um de nós um anjo da guarda.
Os seus anjos, no céu, contemplam sempre a face do meu Pai (MT. 18,10), disse Jesus (ver a libertação de São Pedro; At. 12,1-11)

- Culto aos anjos

1 – Além das festas dos arcanjos São Gabriel (24 de março), São Miguel (29 de setembro) e São Rafael (24 de outubro), a Igreja celebra a dos Anjos da guarda (2 de outubro).
2 – Assim nos ensina a honrar o nosso anjo da guarda, invocá-lo nos perigos e tentações, confiar nele, ouvir as suas sugestões.
Oração para rezarmos diariamente ao anjo da guarda:

“Santo anjo do Senhor,
 meu zeloso guardador,
 já que a ti me confiou,
 a piedade divina.
 Sempre me rege e guarda,
 governa e ilumina. Amém.”

- Os demônios

Antes de confirmar os anjos na graça, Deus os submeteu a uma prova. Alguns caíram e foram imediatamente precipitados no inferno. São os anjos maus ou demônios. Porque odeiam a Deus, os demônios nos odeiam também e procuram fazer tudo para perder-nos:

- Fizeram a desgraça dos homens, levando Adão ao pecado;
- Vivem em torno de nós, como um leão que ruge, procurando a quem devorar (I Pdr. 5,8),
- Expulsos no Batismo, voltam com seus ataques (Lc. 11,24)

Felizmente podem provocar-nos ao pecado; mas não podem fazer-nos pecar, só pecamos se quisermos.
Usam de mil astúcias para seduzir-nos, dando aspectos agradáveis ao mal, deturpando as grandes invenções, corrompendo os costumes, etc. Temos o dever de vencer a ação do demônio em nós, e trabalhar para destruí-la nos outros e na sociedade.

(A doutrina Viva – Mons. Álvaro Negromonte)