A Sagrada Comunhão deve ser sempre recebida na boca e de joelhos nos casos ordinários, as exceções sempre existiram, mas somente para os casos de urgência, como perseguição, evitamento de um sacrilégio, etc. As citações a seguir provam isso.
S. Justino Mártir (100-166)
Testificando que a eucaristia era distribuída até aos doentes somente pelos consagrados (diáconos e ministros): “Depois que o presidente deu ação de graças e todo o povo aclamou, os que entre nós se chamam ministros ou diáconos dão a cada um dos presentes parte do pão, do vinho e da água sobre os quais se pronunciou a ação de graças, e são também enviados aos ausentes por meio dos diáconos” [2]
S.Basílio Magno (330-379)
"É desnecessário notar que qualquer um em tempos de perseguição compelido a comungar com as próprias mãos sem a presença de um padre ou ministro não faz uma ofensa séria,* como o longo costume sanciona a prática dos fatos. Todos os solitários no deserto, quando não há padres, tomam a comunhão eles mesmos, guardando-A em casa" [3].
*Se é dito que não se faz uma "ofensa séria", devemos ter em mente que não se deixa de ser uma ofensa, ainda que não seja séria, isto é em casos de extrema necessidade como fora demonstrado.
Papa S. Leão Magno (400-461)
No capítulo sobre "A verdade da Encarnação é provada tanto pela festa da Eucaristia quanto pela divina Instituição das esmolas": "A pessoa recebe na boca o que ela acredita pela fé" [4].
Papa S.Gregório Magno (540-604) comentando o Papa S.Agapito I