Meu Deus eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos. Peço-Vos perdão para todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

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Formação Católica
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21 maio 2020

NOVENA DE PENTECOSTES

A Novena inicia no dia seguinte à Solenidade da Ascensão. Neste ano no dia 22/05/2020.
Leão XIII na Encíclica Divinum Illud Munus ordena a todo orbe católico a fazê-la:

Decretamos, portanto e ordenamos que em todo orbe católico, no corrente ano, e em todos os anos subsequentes, se celebre uma novena pública antes de Pentecostes em todas as Igrejas paroquiais, e, caso os respectivos Ordinários o julgarem útil, também nas outras igrejas ou capelas.” 
Leão XIII, papa.
 


Novena em honra do Divino Espírito Santo

A novena do Espírito Santo é o modelo de todas as novenas. Por ordem de Jesus a celebrou a Virgem Maria em união com os Apóstolos, como preparação à vinda do Espírito Santo Consolador. O Papa Leão XIII enriqueceu-a com muitas indulgências. Devemos, pois, celebrá-la, cada ano, com muito fervor; e a devotíssima Sequência, que forma parte da novena, deve ser uma das nossas fórmulas de oração vocal mais favoritas.

(†) Pelo sinal da Santa Cruz, (†) livrai-nos Deus, Nosso Senhor, (†) dos nossos
inimigos, (†) em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Devotíssima Sequência da Missa de Pentecostes

Vinde, Espírito Santo e enviai do céu um raio de Vossa luz.
Vinde, Pai dos pobres, vinde, distribuidor dos bens, vinde luz dos corações.
Consolador ótimo, doce hóspede das almas e suave refrigério. 
Nos trabalhos sois o repouso, no calor o frescor, nas lágrimas a consolação.
Ó luz beatíssima, inflamai o íntimo dos corações dos Vossos fiéis.
Sem a Vossa graça nada há no homem, nada de inocente. 
Lavai o que é sórdido, regai o que é seco, sarai quem está ferido.
Dobrai o que é duro, abrasai o que é frio e reconduzi o desviado.
Concedei aos Vossos servos, que em Vós confiam, os sete dons sagrados. 
Dai-lhes o mérito das virtudes, o êxito da salvação e a alegria perene. Amém. 
Ó Espírito Santíssimo, fogo sagrado que alumiais as almas e abrasais os
corações: por misericórdia Vossa, Senhor, a nossa pobre alma Vos deseja,
invoca-Vos e Vos procura para que a purifiqueis das suas manchas, para que a
ilumineis nas suas trevas e lhe comuniqueis os Vossos dons. Sim, dignai-Vos
consagrar a nossa alma com a unção da Vossa graça, para que ela se converta
em templo Vosso. 
Purificai a nossa memória, para que ela sempre recorde os Vossos benefícios; ilustrai o nosso entendimento, para que saiba meditar a Vossa lei; inflamai a nossa vontade, para que ela, respeitosa e dócil, se submeta em tudo à Vossa vontade. E visto que somos tão miseráveis, purificai todos os afetos do nosso coração, para que ele se torne digno dos Vossos dons.

DIVINUM ILLUD MUNUS ENCÍCLICA DO PAPA LEÃO XIII SOBRE O ESPÍRITO SANTO




DIVINUM ILLUD MUNUS
ENCÍCLICA DO PAPA LEÃO XIII
SOBRE O ESPÍRITO SANTO


Aos nossos Veneráveis ​​Irmãos, Os Patriarcas, Primazes,
Arcebispos, Bispos e outros Ordinários Locais, tendo
paz e comunhão com a Santa Sé.


Veneráveis ​​Irmãos, Saúde e a Bênção Apostólica.

INTRODUÇÃO
1. Aquela divina missão que, recebida do Pai em benefício do gênero humano, tão santamente desempenhou Jesus Cristo, tem como último fim fazer que os homens cheguem a participar de uma vida bem-aventurada na glória eterna; e, como fim imediato, que durante a vida mortal vivam a vida da graça divina, que ao final se abre florida na vida celestial.
Por isso, o Redentor mesmo não cessa de convidar com suma doçura a todos os homens de toda nação e língua para que venham ao seio de sua Igreja: Venham todos a mim; Eu sou a vida; Eu sou o bom pastor. Mas, segundo seus altíssimos decretos, não quis Ele completar por si só incessantemente na terra tal missão, mas que, como Ele mesmo a tinha recebido do Pai, assim a entregou ao Espírito Santo para que a levasse a perfeito término. Apraz, com efeito, recordar as consoladoras frases que Cristo, pouco antes de abandonar o mundo, pronunciou diante dos Apóstolos:
“Convém a vós que eu vá! Porque, se eu não for, o Paráclito não virá a vós; mas se eu for, vo-lo enviarei”. (1)
E ao dizer assim, deu como razão principal de sua separação e de sua volta ao Pai o proveito que seus discípulos haveriam de receber com a vinda do Espírito Santo; ao mesmo tempo que mostrava com este era igualmente enviado por Ele e, portanto, que dEle procedia como do Pai; e que com advogado, como consolador e como mestre concluiria a obra por Ele iniciada durante sua vida mortal.