Meu Deus eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos. Peço-Vos perdão para todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

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By Translate Formação Católica

10 setembro 2015

A CONFIANÇA SUPLICA - COMENTÁRIO ELEISON - 419

A CONFIANÇA SUPLICA
CDXIX (419) - (25 de julho de 2015)


A loucura parece na Igreja agora reinar.  
Da confiança do salmista precisamos, em meio ao nosso penar.

            Quando o mundo, nos tempos modernos, começou a virar as costas para Deus, achou realmente que Ele não notaria ou não se importaria? A loucura de hoje está alcançando um clímax no qual mais e mais almas devem estar percebendo que uma intervenção divina se tornou uma absoluta necessidade, e será um grande ato de misericórdia. Contudo, a fim de não nos desanimarmos, vamos ver como ainda nos tempos do Antigo Testamento, o salmista pediu a Deus que interviesse, sem duvidar por um momento sequer de Seu poder para fazê-lo. Os Salmos são uma escola de oração divinamente inspirada para todas as épocas, e eles aplicam-se tanto ao Novo Testamento como ao Antigo. Aqui está o Salmo 73 (N.T.: Cópia da tradução da Vulgata pelo Pe. Matos Soares):

A. A ANSIEDADE
            “[1] Por que razão, ó Deus, nos desamparaste para sempre? (Por que razão) se antecede a tua ira contra as ovelhas do teu pasto? [2] Lembra-te da tua família (católicos), que fundaste desde a antiguidade, da tribo que para propriedade tua resgataste, do monte de Sião (Igreja Católica), em que estabeleceste a tua morada. [3] Dirige os teus passos para essas ruínas irreparáveis: o inimigo tudo devastou no santuário (por exemplo, pelo Novus Ordo). [4] Rugiram os teus adversários no lugar da tua assembleia (por exemplo, a liturgia), arvoraram os seus estandartes como troféu. [5] Pareciam-se com os que no bosque vibram o machado, [6] e com o machado e o martelo despedaçam as suas portas. [7] Puseram fogo ao teu santuário; na terra profanaram o tabernáculo do teu nome. [8] Disseram no seu coração: ‘Destruamo-los todos juntamente: incendiai todos os santuários de Deus (igrejas católicas) na terra’. [9] Não vemos mais os nossos estandartes, já não há um profeta (que nos guie); nem há entre nós quem saiba até quando. [10] Até quando, ó Deus, nos insultará o inimigo? O adversário há de blasfemar sempre o teu nome? [11] Por que retrais a tua mão? Por que reténs a tua direita no teu seio?”

B. A CONFIANÇA
            “[12] Mas Deus é meu rei desde outrora, ele que opera a salvação no meio da terra. [13] Tu com o teu poder abriste o mar (Vermelho), pisaste as cabeças dos dragões nas águas. [14] Tu quebraste as cabeças do Leviatã, deste-o por comida aos monstros marinhos. [15] Tu fizeste brotar fontes e torrentes; tu secaste os rios caudalosos. [16] Teu é o dia, e tua é a noite; tu fixaste a lua e o sol.  [17] Tu estabeleceste todos os limites da terra, o estio e o inverno, tu os formaste.”

C. A SÚPLICA
            “[18] Lembra-te disto: o inimigo ultrajou-te, Senhor, e um povo insensato blasfemou o teu nome. [19] Não abandones ao abutre a vida da tua rola (os católicos que mantêm a Fé), e não esqueças para sempre as vidas dos teus pobres. [20] Olha para a tua aliança (a Igreja Católica), porque todos os esconderijos do país e os campos (católicos humildes) estão cheios de violência (por exemplo, provocada pela Nova Ordem Mundial). [21] Não se volte confundido o humilde: o pobre e o desvalido louvam teu nome. [22] Levanta-te, ó Deus, defende a tua causa; lembra-te do ultraje que o néscio te dirige continuamente. [23] Não te esqueças dos gritos dos teus adversários: o tumulto dos que se insurgem contra ti aumenta continuamente.”


Kyrie eleison.

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