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26 junho 2015

A FABULOSA HISTÓRIA DE D. GABRIEL GARCÍA MORENO



A FABULOSA HISTÓRIA DE D. GABRIEL GARCÍA MORENO

O valor do ex-presidente do Equador D. Gabriel García Moreno se descobre pelo que nos narra J. M. VilleFranche:

“Pio IX chorou D. García Moreno como vinte e sete anos antes tinha chorado o conde Rossi. Em muitas das suas alocuções elogiou o presidente do Equador, como o campeão da verdadeira civilização, e seu mártir. Mandou-lhe fazer exéquias solenes numa das basílicas de Roma, dispondo e ordenando que seu busto fosse colocado em uma das galerias do Vaticano. Moreno não pertencia à sua época; estava atrasado dois séculos na política, e deveria ter nascido na época de S. Luís...” 

Com estas palavras fica feito seu maior elogio.

Mas tão altas homenagens D. Gabriel Garcia Moreno não as recebeu apenas do Clero. Com efeito, qual outro presidente de nossos dias poderá gloriar-se de honras como as que abaixo reproduzimos, prestadas a ele pelo Senado e pela Câmara da República do Equador, reunidos em Congresso?

“Considerando que Sua Excelência o doutor García Moreno, por sua distinta inteligência, vastíssima ciência e nobres virtudes, está acima entre os mais ilustres filhos do Equador; que consagrou sua vida e as raras e elevadíssimas faculdades de seu espírito e de seu coração à regeneração e grandeza da República, estabelecendo instituições sociais sobre a sólida base dos princípios católicos; que amou a religião e a pátria a ponto de padecer por elas o martírio; que dotou a nação de imensos e inegáveis benefícios materiais e religiosos:

“Decretamos: Artigo I — O Equador, por intermédio de seus legisladores, glorifica a memória de D. Gabriel García Moreno, com denominação de ilustre regenerador da pátria, e mártir da civilização católica [destaque nosso]; — Artigo II . Para a conservação de seus restos mortais será construído um mausoléu digno dele — Artigo III. Mandar-se-á erigir-lhe uma estátua em mármore ou em bronze com esta inscrição: Ao excelentíssimo D. Gabriel García Moreno, presidente da República do Equador, morto pela pátria e pela religião a 6 de agosto de 1875.

“Quito, capital do Equador, 30 de agosto de 1875.”

O leitor, habituado ao liberalismo que pensa triunfar, espantar-se-á com os largos elogios à piedade do presidente. Mas, em verdade, o ex-presidente do Equador foi, antes de tudo, um herói da Fé e um campeão da moral católica:

“Na abertura das câmaras legislativas de 1873, o presidente desta República, D. Gabriel García Moreno, terminou sua mensagem por estes termos:

‘Mas nossos rápidos progressos não nos serviriam de coisa alguma se a República não progredisse em moralidade à medida que aumentava em opulência, se os costumes se não reformassem pela ação livre e poderosíssima da Igreja Católica.

‘Nós ainda havemos de colher frutos mais abundantes, quando os obreiros apostólicos forem mais numerosos, e quando não faltarem em paróquias populosas sacerdotes para as administrar. Devemos portanto coadjuvar, quanto nos seja possível, nossos veneráveis bispos.

‘As missões orientais reclamam também vossa generosa proteção. A verdadeira civilização, a civilização da Cruz, tem penetrado admiravelmente as margens do Napo, graças aos missionários que para aqui se têm transportado com a aprovação do governo; e as escolas, devidas ao zelo dos infatigáveis filhos da Companhia de Jesus, preparam para territórios riquíssimos, mas incultos, dias esplêndidos de opulência e prosperidade. Tenho a firme convicção de que em breve há de aumentar muito o número de missionários.

‘O estado de nossas finanças permite-nos que satisfaçamos liberalmente o dever que nos impõe a concordata, de animar e facilitar as missÕes, assim como a obrigação de contribuir para as reparações e restaurações dos templos arruinados pelos tremores de terra.

‘Não é menos imperioso o dever que incumbe de socorrer Nosso Santo Padre, o Papa, agora que ele se acha despojado de seus domínios e rendimentos. Podeis destinar-lhe dez por cento sobre a décima parte concedida ao Estado. A oferta será modesta, mas provará pelo menos que somos filhos leais e afeiçoados ao Pai comum dos fiéis, e assim o continuaremos enquanto continuar o triunfo efêmero da usurpação italiana.

‘Pois, já que temos a felicidade de ser católicos, sejamo-lo em nossa vida privada, em nossa existência política, e confirmemos a sinceridade de nossos sentimentos e palavras pelo público testemunho de nossas obras.

‘E, não contente ainda em realizar tudo quanto acabo de indicar, devemos riscar também dos nossos Códigos até aos últimos vestígios de hostilidade contra a Igreja, porque aí se exibem certas disposições das antigas e opressoras regalias espanholas. Tolerá-los seria de hoje em diante uma vergonhosa contradição e uma miserável falsidade.

‘Igual procedimento deveria ser em todo o tempo o de um povo católico; mas hoje, nesta época da implacável e universal guerra contra nossa santa religião, hoje os apóstatas chegam até a renegar em suas blasfêmias a divindade de Jesus, nosso Deus e nosso Salvador; hoje, quando tudo se reúne, tudo se revolta contra Deus e seu Ungido, quando uma torrente de malvadez e de ódio rebenta das profundezas da sociedade abalada, contra a Igreja e contra a própria sociedade, como nas terríveis comoções do globo terrestre surgem dos abismos desconhecidos rios caudalosos de um lodo corrupto, hoje, repito, este procedimento coerente, resoluto e corajoso é para nós obrigatório, porque a inação durante o combate seria o mesmo que uma traição e uma covardia.

‘Continuemos portanto nossa obra com invencível fidelidade, como convém a verdadeiros católicos, sem ater nossa esperança a nossas débeis forças, mas sim na poderosíssima proteção do Altíssimo. Felizes, mil vezes felizes, se o Céu nos conceder a recompensa de continuar a cumular a nossa querida pátria de suas bênçãos, e feliz também de mim, se chego a merecer o ódio, as calúnias, e os insultos dos inimigos de nosso Deus e de nossa religião!’”

Selando esta magnífica mensagem, D. García Moreno mandou seguir a primeira remessa de 10.000 pesos, dirigidos em nome do Equador, ao Santo Papa. Logo após, consagrou sua República ao Sagrado Coração de Jesus, e ofereceu auxílio aos vinte e dois religiosos da abadia de Mariastém, expulsos da Suíça.

Como que pela lente de um fantástico túnel do tempo, todos as nações puderam sentir, em pleno século XIX, um novo sopro da cristandade medieval sob o governo de um presidente sinceramente católico. Sua obra, lastimavelmente, não serviu ao escarmento dos grandes, que, ao contrário, zombavam dele ou simplesmente o ignoravam.

A estes respondeu D. García Moreno com o êxito de seu governo e com a retidão de sua vida.

VilleFranche descreve o período em que governou D. García Moreno como “uma época gloriosa de paz, de progresso, tanto na ordem material como no sentido religioso, intelectual e moral”. Em seu governo saldou a dívida pública do Equador, e isto apesar da supressão de determinados impostos e do aumento geral dos ordenados. “Deus”, diz VilleFranche, “abençoou tão visivelmente a política de García Moreno, que dentro de doze anos o Equador, admiravelmente administrado por esse grande cidadão, viu duplicar seu comércio, suas escolas e a cifra dos orçamentos públicos.”

Ademais, construiu 44 km de estradas de ferro, 300 km de rodovias e 400 km de estrada muito sofrível para cavaleiros e caminhantes: foi uma obra gigantesca, a que se acrescentam as dificuldades devidas à distância dos centros populacionais e à natureza montanhosa do terreno.

Escutemos VilleFranche: “De 1861 a 1875, abriu no território de seu pequeno Estado 93 escolas para os filhos do povo, as quais foram freqüentadas por 32.000 crianças. Até esta reorganização da instrução pública as poucas escolas do Equador eram seculares e universitárias.

“Mas cheio de admiração pelos irmãos da doutrina cristã que ele conhecera em Paris, os quais reuniam tão excelentemente as qualidades de mestre, não hesitou em confiar-lhes todas as escolas. E apesar de numerosos obstáculos, tais como o descuido dos pais, a indolência das crianças, a dispersão das populações rurais, dentro em quatro anos a instrução primária se achava num estado que nada tinha para invejar às nações européias.

“A instrução secundária e superior mereceu igualmente toda a sua solicitude. A fundação do colégio de S. Gabriel, ao qual a nação deu por gratidão o nome do ilustre presidente, a instituição da Escola politécnica, da Universidade e de um observatório astronômico, um dos mais importantes do universo, a criação dum Conservatório de música e de diferentes museus foram o donativo que ele fez à ciência e às belas-artes. Todavia, a caridade achou-o talvez ainda mais generoso. Hospitais, cadeias, asilos, recolhimentos para órfãos, oficinas dirigidas pelas Filhas da caridade, tais são os títulos que ele tem à gratidão dos membros do cristianismo.”

Vejamos agora como ele mesmo descreveu seu governo, numa mensagem datada de 6 de agosto de 1875, a mesma data em que foi assassinado:

“Senhores deputados [...], ainda há poucos anos, o Equador repetia todos os dias as mesmas lástimas que o libertador Bolívar dirigia em sua derradeira mensagem ao congresso de 1830: ‘Envergonho-me de o confessar: a independência é o único bem que adquirimos, ao preço de todos os outros’.

“Mas, depois que, depositando em Deus toda a nossa esperança, nos afastamos da torrente da impiedade e da apostasia que arrasta o mundo nesta época de cegueira, e nos reorganizamos em 1869 como nação verdadeiramente católica, tudo vai mudando proporcionalmente, a favor da prosperidade de nossa querida pátria.

“Antigamente, o Equador achava-se como um corpo ao qual vai faltando a vida, vendo-se já devorado como os cadáveres por essa multidão de vermes esquálidos que a putrefação faz rebentar na escuridão do sepulcro; mas hoje, à soberana voz que ordenou a Lázaro se levantasse de seu túmulo, voltou de novo à vida, posto que conserve ainda os laços e a mortalha, isto é, os restos da miséria e da corrupção em que estivemos envolvidos.

“Para justificar o que acabo de dizer, bastará que vos dê uma conta sumária de nossos progressos durante estes últimos anos, referindo-me às informações especiais de cada Ministério para tudo o que diz respeito aos documentos e minudências; e finalmente, para que exatamente se saiba quanto temos progredido neste período de regeneração, compararei o estado atual com o antecedente, não para nos gloriarmos, mas para glorificar aquele a quem devemos tudo, e que adoramos como nosso redentor e nosso pai, como nosso protetor e nosso Deus.

“[...]

“À completa liberdade que goza a Igreja entre nós e ao zelo apostólico de nossos virtuosos pastores devemos a reforma do clero, o melhoramento dos costumes e a diminuição dos crimes, a ponto que, numa população de mais de mil habitantes, não se acha número suficiente de criminosos para habitar a ‘penitenciária’.

“À Igreja devemos ainda essas corporação religiosas que tão magníficos frutos têm produzido para o ensino da infância e da mocidade, e pelos socorros que prodigaliza aos enfermos e necessitados. Afora isto, também lhe somos devedores do restabelecimento do espírito religioso neste ano de Jubileu e de santificação, assim como da conversão à vida cristã e civilizada de 9.000 selvagens da província do Oriente, onde é necessário, em razão de sua grande extensão, estabelecer um segundo vicariato. Se me autorizais a solicitar esta fundação da Santa Sé, nós cuidaremos em seguida do que é necessário para promover o comércio nesta província, destruindo assim, como já se tem feito, as especulações e as violentas exigências a que esses pobres habitantes estão expostos por cruéis e desumanos traficantes.

“[...]

“Dentro de alguns dias finda o período do mandato pelo qual fui eleito em 1869. A República tem gozado seis anos de paz, apenas interrompidos durante alguns dias em Riobamba, pela revolta parcial da raça indígena contra a raça branca em 1872, e neste seis anos tem marchado resolutamente na vereda do verdadeiro progresso, sob a proteção visível da Providência. Os resultados obtidos teriam na verdade sido maiores, se eu possuísse para governar as qualidades que, infelizmente, me faltam, ou se, para fazer o bem, fosse bastante desejá-lo ardentemente.

“Se tenho cometido faltas, peço-vos mil e mil vezes perdão; peço-o com lágrimas muito sinceras a todos os meus compatriotas, e persuadi-vos de que não foi por minha vontade. E, se, pelo contrário, pensais que fui feliz em qualquer assunto, atribuí-o primeiro ao merecimento de Deus e à imaculada Dispensadora dos inesgotáveis tesouros de sua misericórdia, e em seguida a vós mesmos, ao povo, ao exército, a todos aqueles que, nos diferentes ramos da administração, me têm ajudado com inteligência e fidelidade no cumprimento de meus dificultosíssimos deveres.”

“Pero Dios no se muere!”

D. Gabriel García Moreno era muito querido por seu povo, que lhe admirava as altas virtudes de sábio e a retidão de sua vida. Com efeito, nutria um ardente amor pelas ciências, o que o levou a assumir, antes do mandato presidencial, a reitoria da Universidade de Quito, onde lecionara Química e Física. Cultíssimo — era versado também em Medicina, Literatura e Teologia — tomou a direção da imprensa, e, hábil polemista, terminou por incomodar o então presidente general Urbino, que o desterrou.

D. García Moreno retornou à pátria em 1861, quando, por aclamação, assumiu pela primeira vez o governo do país. VilleFranche nos relata um governo impressionante:

“Em 1861, seus concidadãos, admiradores de suas virtudes e de seus serviços, deram prova de grande eqüidade chamando-o para os governar por um período de quatro anos.

“Foi então que o Peru e a Nova Granada declararam guerra ao Equador, dando ocasião a D. García Moreno de se mostrar hábil general sobre terra, e verdadeiro João Bart sobre o mar. A esquadra inimiga, composta de cinco navios, bloqueou Guayaquil. Enganando a vigilância dos assaltantes, o jovem presidente saiu de noite com 300 homens e três peças de artilharia para um paquete inglês que acabava de entrar a barra, e na manhã seguinte, ao romper do dia, precipitava-se a toda a força sobre os navios estrangeiros, os quais nem mesmo tiveram tempo de levantar âncora. Dois destes navios foram a pique, e os outros, arriando bandeira, se entregaram à discrição do vencedor.”

D. García Moreno foi reeleito presidente em 1869 por seis anos, período em que a força de seu caráter, aliada a uma inabalável retidão moral, produziram atos verdadeiramente heróicos. Cito um apenas:

“Num estabelecimento de correção que ele tinha fundado no interior da República, a 150 léguas da capital, estavam reunidos alguns condenados e algumas desgraçadas de vida pouco edificante. Apesar da prosperidade que em pouco tempo adquiriu esta verdadeira colônia, em conseqüência da boa administração que lhe deram, rebentou ali subitamente uma revolução. Em lugar de mandar soldados para submeter os revoltosos à obediência, dirigiu-se ele para lá só com seu ajudante. Logo que os amotinados souberam da chegada do presidente, dirigiram-se para a casa em que se hospedava, na intenção de o matar. Logo que seus brados anunciaram a presença dos facínoras, Moreno apareceu à janela e disse-lhes: ‘Se quereis assassinar-me por que vos salvei da corrupção e da miséria, entrai e feri.’ Esta multidão furiosa, ouvindo estas palavras, ficou suspensa e penetrada por este rasgo de heroísmo, e rompeu em aclamações e vivas entusiastas ao presidente.”

Tudo seguia bem até aquela data de 6 de agosto de 1875. Dado que esperava sofrer alguma agressão, mantinha-se sempre preparado: e nessa mesma manhã em que havia de ser assassinado, comungara. Dirigia-se ao Congresso, onde leria a mensagem já reproduzida. No caminho passou por uma catedral aberta para um enterro, e não resistiu: entrou e ajoelhou-se entre a multidão.

Tão logo saiu da catedral, recebeu seis tiros disparados por sicários estrangeiros, a soldo de organizações secretas, e tombou. Já no chão, fitou seus algozes e bradou: “Eu morro, mas Deus não morre. ¡Dios no se muere!” Quando os padres da catedral chegaram, ainda respirava. Transportaram-no para o interior da catedral, e o depositaram aos pés da estátua de Nossa Senhora das Sete Dores. Um dos padres suplicou que perdoasse aos assassinos. Sem poder falar, respondeu com os olhos que já o fizera. Recebeu a extrema-unção e ali mesmo expirou. Morreu santo o pai do Equador.

*

No bolso de seu paletó encontrava-se uma cópia da Imitação de Cristo, e uma regra que García Moreno escrevera para seu próprio uso. Reproduzimo-la parcialmente:

“Toda manhã, ao fazer minhas orações, pedirei especialmente pela virtude da humildade.

“Todo dia assistirei à Missa, direi o Rosário e lerei, além de um capítulo da Imitação, esta regra e as instruções anexas.

“Tomarei o cuidado de manter-me tanto quanto possível na presença de Deus, especialmente na conversação, para que não diga palavras inúteis. Oferecerei constantemente meu coração a Deus, principalmente antes de iniciar qualquer ação” [...].

“Em meus aposentos, nunca rezar sentado quando puder fazê-lo ajoelhado ou de pé. Praticar pequenos atos diários de humildade, como beijar o chão, por exemplo. Desejar todos os tipos de humilhação, e, ao mesmo tempo, fazer para que não os mereça. Regozijar quando minhas ações ou minha pessoa são abusadas e censuradas.

“Farei um exame particular duas vezes por dia em meu exercício de diferentes virtudes, e um exame geral toda noite. Confessar-me-ei semanalmente.”(*)

Tortuosa como a história dos homens neste vale de lágrimas desde o pecado original, assim seguiu a história do Equador: após 20 anos um liberal, Eloy Alfaro, assumiu a presidência do País. E, antípoda de D. García Moreno, decidiu-se a levar o Equador rumo à “era moderna” e reduzir o poder eclesiástico. Com efeito, proclamou a liberdade religiosa, estabeleceu o casamento civil, confiscou as terras da Igreja, permitiu divórcios e incentivou a educação não-religiosa. Seus correligionários chegaram ao ponto de revogar a dedicação do Equador ao Sagrado Coração de Jesus.

Eloy perdeu a popularidade e a presidência em seu segundo mandato. Recusando-se a deixar o cargo, terminou deportado para o Panamá. Ao tentar retornar, quatro meses depois, terminou enforcado.

“Sôbolos rios que vão
Por Babilônia, me achei,
Onde sentado chorei
As lembranças de Sião
E quanto nela passei.”

Que o exemplo de D. García Moreno nos sirva a todos como as lembranças do poeta. Para que, se não pelas lágrimas, ao menos pela admiração apreendamos a não mais trocar Sião por Babilônia.


Nota: Todos as citações são do livro Pio IX, de J. M. VilleFranche. exceto (*) Gary Potter, Gabriel García Moreno, Statesman and Martyr. O poema acima, Babel e Sião, é de Luís de Camões.

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