Meu Deus eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos. Peço-Vos perdão para todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

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Formação Católica
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15 abril 2016

VENDÉIA O CORAÇÃO QUE SANGRA - OS MÁRTIRES DA REVOLUÇÃO FRANCESA

Introdução
Os Mártires da Revolução Francesa
Gustavo Barroso

A Igreja Católica sempre teve, na sua longa história de dois mil anos, os seus mártires. Crianças e adolescentes, jovens, homens e mulheres que preferiram dar a sua vida a trair Cristo e a própria Igreja. Já Cristo antecipara durante a sua vida, que se o perseguiram a Ele, também perseguiriam os seus seguidores levando-os aos tribunais e à morte.

Foi assim nos primeiros séculos, do protomártir Diácono Estêvão, a Santo Eusébio, o último dos papas antes da pseudo-conversão do Imperador Constantino Magno, em 313. Seria assim, também, em outros tempos, sob o domínio otomano e nos momentos da evangelização do Novo Mundo.

O que não se podia esperar é que, também durante os anos da Revolução Francesa, que se fundamentou na trigonometria "Liberdade, Igualdade e Fraternidade" , que se proclamou a Declaração dos Direitos do Homem (1789), a Igreja viesse a ser perseguida e odiada, tendo muitos dos seus filhos e filhas exilados processados e mortos na guilhotina.

Pouco depois da tomada da Bastilha, em Paris, logo se iniciou a perseguição aos príncipes e monarcas, à aristocracia e ao clero. Eram instituições muito ligadas entre si e contra elas se abateria o Regime do Terror , como são conhecidos os anos de 1789 a 1793.

11 abril 2016

MÁRTIRES E HERÓIS DO SAGRADO CORAÇÃO




Uma devoção que desperta o ódio dos ímpios

     “Quase sempre, os inimigos do Sagrado Coração foram os inimigos da Igreja”— constatou com lucidez o grande historiador da devoção ao Coração de Jesus, Padre Augusto Hamon S.J. [1]

     Esse ódio, que se manifestou já na época de Santa Margarida, foi particularmente virulento durante a Revolução Francesa, durante a qual muitos devotos do Sagrado Coração foram martirizados.

Mais tarde estourou nos sequazes do socialismo e do comunismo, que manifestaram em inúmeras ocasiões sua ira durante os séculos XIX e XX. O episódio mais simbólico do ódio comuno‑socialista ao Sagrado Coração deu‑se em 1936: foi o fuzilamento e destruição por dinamite da majestosa estátua do Sagrado Coração, fincada no cume do Cerro de los Angeles, nas imediações de Madrid. Ela exercia do alto do monte uma espécie de reinado moral sobre a Espanha.

Fuzilamento da Imagem do Sagrado Coração de Jesus


Ruinas do monumento original do Sagrado Coração de Jesus, dinamitado pelos ateus marxistas em 7 de agosto de 1936.

Uma devoção militante

10 março 2016

LUÍS MARTIN E ZÉLIA GUÉRIN - PAIS DE UMA SANTA FAMÍLIA

Zélia Guerin e Luís Martin - Modelo de Casal e de Pais Católicos

A bela e inspiradora história do casal Martin, pais de Santa Teresinha do Menino Jesus.

“Bastava olhá-los para saber como rezam os santos”
Santa Teresinha do Menino Jesus.


Sr. Luís Martin

Nascido em Athis, no departamento do Orne, o pai do Sr. Martin havia participado das guerras napoleônicas e permanecera no exército mesmo depois de Waterloo. Como mudava frequentemente de guarnição, o seu terceiro filho, Luís, nasceu em Bordeaux, em 1824. Ao aposentar-se, o capitão Martin fixou residência em Alençon, não longe de sua terra natal. Tão bom Cristão quanto bom soldado, não brincava em serviço; exato em tudo, não cometia nenhuma infração a regra.

Legou ao seu filho Luís uma piedade quase militar, e este preservaria a compostura de um oficial até os seus últimos dias. Luís era alto, de porte ereto, e jamais virava a cabeça; aos vinte anos de idade, tinha a fama de ser o mais belo rapaz do vilarejo. Mas não se fez soldado. Em casa de uns primos de Rennes, assumiu o espírito bretão e a vocação de relojoeiro, um oficio silencioso que lhe veio a calhar.