Meu Deus eu Creio, Adoro, Espero e Amo-Vos. Peço-Vos perdão para todos aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.

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Formação Católica
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24 agosto 2016

LITURGIA DA SANTA MISSA

Orações ao pé do altar

Orações ao pé do Altar

Ao iniciar a Santa Missa, pedimos a Deus perdão pelos nossos pecados. Quando vamos a Santa Missa, vamos a Jesus que se sacrifica por nós Como Jesus carregou a cruz ao monte Calvário, também nós estamos prontos a carregar a nossa cruz seguindo-Lhe os passos.

Iniciamos a Santa Missa com o sinal da cruz

S. In nómine Patris, et Filii, et Spiritus Sancti. Amen.Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito. Amém
Todos se benzem ao mesmo tempo que o celebrante.

O Confiteor


O Confiteor do Sacerdote e Fiéis

Façamos um breve exame de consciência e confessamos a Deus todo-poderoso s pecados. Com grande desejo de se purificar, antes de se aproximar do altar, o Sacerdote primeiramente, e depois os fiéis, acusam-se diante de Deus e dos Santos dos pecados que cometeram e pedem a Deus misericórdia.

 O Sacerdote se inclina profundamente e diz o CONFITEOR:

Depois do sacerdote, os fiéis dizem o CONFITEOR, nas palavras “mea culpa…” se bate três vezes no peito.


11 abril 2016

SÃO FRANCISCO DE SALES E O LATIM NA MISSA



São Francisco de Sales e o Latim na Missa

Não é incomum que os católicos de hoje pensem ser um absurdo rezar a Missa em Latim. Comumente, pensam ser uma nostalgia, algum apego sentimental qualquer ao passado, como se essa fosse uma questão de pouca importância, da qual a Igreja poderia abrir mão para se adaptar aos tempos. Todavia, a questão do Latim na Igreja não está relacionada ao tempo. Nem ao lugar. Nesta questão, como nas outras, não é a Igreja que deve se adaptar ao homem, mas o homem que deve se adaptar à Igreja O que fundamenta a utilização do Latim na Igreja são aspectos doutrinários, que contribuem, portanto, para a santificação dos próprios fiéis. E não são fundamentos elaborados nesses tempos recentes em que o latim anda tão esquecido, neste momento de crise intensa.

Os argumentos, a favor do uso do latim na Missa, são excelentes, mas são, em larga medida, rejeitados. Convém, então, dar uma autoridade inquestionável a tais argumentos. São os próprios santos que defendem arduamente a utilização do latim na Missa. Entre eles, destaca-se São Francisco de Sales, que refutou cada ponto dos protestantes em uma série de panfletos, reconvertendo, praticamente, todos os 72.000 habitantes de uma cidadezinha - Chablais - que tinha caído no protestantismo. Esses panfletos estão compilados em um livro denominado A Controvérsia Católica. Entre esses pontos está, obviamente, a pretensão protestante de difundir

05 abril 2016

LOCAIS PARA A SANTA MISSA TRIDENTINA NO BRASIL

Dom Richard Williamson


LOCAIS PARA A SANTA MISSA TRIDENTINA NO BRASIL -
 Padres da USML (União Sacerdotal Marcel Lefebvre)

Nova Friburgo-RJ Mosteiro da Santa Cruz 

• Candeias-BA – Familia Beatae Mariae Virginis (Mosteiro Nossa Senhora da Fé e do Rosário).

• Vitória-ES – Capela Nossa Senhora das Alegrias

•Santo André - SP - Missão São José

 Ipatinga - MG - Devota Animae

• Maringa/Londrina-PR – Grupo São Domingos de Gusmão

• Foz do Iguaçu-PR – Grupo DOM Bosco

• Campo Grande-MS - Convento Domina Nostra Regina Pacis 
Capela Santa Teresinha do Menino Jesus da Sagrada Face.


Bula "Quo Primum Tempore", que Santificou a Santa Missa Tridentina e que proibiu a mudança no Rito do Sacrifício de Cristo.

Esta bula papal foi totalmente ignorada pelos papas do CVII e seus sucessores, que desobedecendo seus predecessores, criaram uma missa nova inspirada em ritos protestantes, proibindo também por um período de tempo a liturgia milenar Católica. Além do rito da Santa Missa, os modernistas do Concílio Vaticano II mudaram também, a forma dos sacramentos.

BULA "QUO PRIMUM TEMPORE"
Papa S. Pio V - 14.07.1570

PIO BISPO
Servo dos Servos de Deus
Para perpétua memória

1 - Desde que fomos elevados ao ápice da Hierarquia Apostólica, de bom grado aplicamos nosso zelo e nossas forças e dirigimos todos os nossos pensamentos no sentido de conservar na sua pureza tudo o que diz respeito ao culto da Igreja; o que nos esforçamos por preparar e, com a ajuda de Deus, realizar com todo o cuidado possível.

2 - Ora, entre outros decretos do Santo Concílio de Trento cabia-nos estabelecer a edição e correção dos livros santos: Catecismo, Missal e Breviário.

3 - Com a graça de Deus, já foi publicado o Catecismo, destinado à instrução do povo, e corrigido o Breviário, para que se tributem a Deus os devidos louvores. Outrossim, para que ao Breviário correspondesse o Missal, como é justo e conveniente (já que é soberanamente oportuno que, na Igreja de Deus, haja uma só maneira de salmodiar e um só rito para celebrar a Missa), parecia-nos necessário providenciar, o mais cedo possível, o restante desta tarefa, ou seja, a edição do Missal.

4 - Para tanto, julgamos dever confiar este trabalho a uma comissão de homens eruditos. Estes começaram por cotejar cuidadosamente todos os textos com os antigos de nossa Biblioteca Vaticana e com outros, quer corrigidos, quer sem alteração, que foram requisitados de toda parte. Depois, tendo consultado os escritos dos antigos e de autores aprovados, que nos deixaram documentos relativos à organização destes mesmos ritos, eles restituíram o Missal propriamente dito à norma e ao rito dos Santos Padres.

5 - Este Missal assim revisto e corrigido, Nós, após madura reflexão, mandamos que seja impresso e publicado em Roma, a fim de que todos possam tirar os frutos desta disposição e do trabalho empreendido, de tal sorte que os padres saibam de que preces devem servir-se e quais os ritos, quais as cerimônias, que devem observar doravante na celebração das Missas.

6 - E a fim de que todos, e em todos os lugares, adotem e observem as tradições da Santa Igreja Romana, Mãe e Mestra de todas as Igrejas, decretamos e ordenamos que a Missa, no futuro e para sempre, não seja cantada nem rezada de modo diferente do que esta, conforme o Missal publicado por Nós, em todas as Igrejas: nas Igrejas Patriarcais, Catedrais, Colegiais, Paroquiais, quer seculares quer regulares, de qualquer Ordem ou Mosteiro que seja, de homens ou de mulheres, inclusive os das Ordens Militares, igualmente nas Igrejas ou Capelas sem encargo de almas nas quais a Missa conventual deve, segundo o direito ou por costume, ser celebrada em voz alta com coro, ou em voz baixa, segundo o rito da Igreja Romana, ainda quando estas mesmas Igrejas, de qualquer modo isentas, estejam munidas de um indulto da Sé Apostólica, de costume, de um privilégio, até de um juramento, de uma confirmação apostólica ou de quaisquer outras espécies de faculdades.

A não ser que, ou por uma instituição aprovada desde a origem pela Sé Apostólica, ou então em virtude de um costume, a celebração destas Missas nessas mesmas Igrejas tenha um uso ininterrupto superior a 200 anos.

A estas Igrejas Nós, de maneira nenhuma, suprimimos nem a referida instituição, nem seu costume de celebrar a Missa; mas, se este Missal que acabamos de editar lhes agrada mais, com o consentimento do Bispo ou do Prelado, junto com o de todo Capítulo, concedemos-lhes a permissão, não obstante quaisquer disposições em contrário, de poder celebrar a Missa segundo este Missal.

7 - Quanto a todas as outras sobreditas Igrejas, por Nossa presente Constituição, que será válida para sempre, Nós decretamos e ordenamos, sob pena de nossa indignação, que o uso de seus missais próprios seja supresso e sejam eles radical e totalmente rejeitados; e, quanto ao Nosso presente Missal recentemente publicado, nada jamais lhe deverá ser acrescentado, nem supresso, nem modificado. Ordenamos a todos e a cada um dos Patriarcas,

Administradores das referidas Igrejas, bem como a todas as outras pessoas revestidas de alguma dignidade eclesiástica, mesmo Cardeais da Santa Igreja Romana, ou dotados de qualquer outro grau ou preeminência, e em nome da santa obediência, rigorosamente prescrevemos que todas as outras práticas, todos os outros ritos, sem exceção, de outros missais, por mais antigos que sejam, observados por costume até o presente, sejam por eles absolutamente abandonados para o futuro e totalmente rejeitados; cantem ou rezem a Missa segundo o rito, o modo e a norma por Nós indicados no presente Missal, e na celebração da Missa, não tenha a audácia de acrescentar outras cerimônias nem de recitar outras orações senão as que estão contidas neste Missal.

8 - Além disso, em virtude de Nossa Autoridade Apostólica, pelo teor da presente Bula, concedemos e damos o indulto seguinte: que, doravante, para cantar ou rezar a Missa em qualquer Igreja, se possa, sem restrição seguir este Missal com permissão e poder de usá-lo livre e licitamente, sem nenhum escrúpulo de consciência e sem que se possa encorrer em nenhuma pena, sentença e censura, e isto para sempre.

9 - Da mesma forma decretamos e declaramos que os Prelados, Administradores, Cônegos, Capelães e todos os outros Padres seculares, designados com qualquer denominação, ou Regulares, de qualquer Ordem, não sejam obrigados a celebrar a Missa de outro modo que o por Nós ordenado; nem sejam coagidos e forçados, por quem quer que seja, a modificar o presente Missal, e a presente Bula não poderá jamais, em tempo algum, ser revogada nem modificada, mas permanecerá sempre firme e válida, em toda a sua força.

10 - Não obstante todas as decisões e costumes contrários anteriores, de qualquer espécie: Constituições e Ordenações Apostólicas, ou Constituições e Ordenações, tanto gerais como especiais, publicadas em Concílios Provinciais e Sinodais; não obstante também o uso das Igrejas acima enumeradas, ainda que autorizado por uma prescrição bastante longa e imemorial, mas que não remonte a mais de 200 anos.

11 -Queremos e, pela mesma autoridade, decretamos que, depois da publicação de Nossa presente Constituição e deste Missal, todos os padres sejam obrigados a cantar ou celebrar a Missa de acordo com ele: os que estão na Cúria Romana, após um mês; os que habitam aquém dos Alpes, dentro de três meses; e os que habitam além das montanhas, após seis meses ou assim que encontrem este Missal à venda.

12 - E para que em todos os lugares da Terra este Missal seja conservado sem corrupção e isento de incorreções e erros, por nossa Autoridade Apostólica e em virtude das presentes, proibimos a todos os impressores domiciliados nos lugares submetidos, direta ou indiretamente, à Nossa autoridade e à Santa Igreja Romana, sob pena de confiscação dos livros e de uma multa de 200 ducados de ouro, pagáveis à Câmara Apostólica, bem como aos outros domiciliados em qualquer outro lugar do mundo, sob pena de excomunhão ipso facto e de outras penas a Nosso alvitre, se arroguem, por temerária audácia, o direito de imprimir, oferecer ou aceitar esta Missa, de qualquer maneira, sem nossa permissão, ou sem uma licença especial de um Comissário Apostólico por Nós estabelecido, para estes casos, nos países interessados, e sem que antes, este Comissário ateste plenamente que confrontou com o Missal impresso em Roma, segundo a impressão típica, um exemplar do Missal destinado ao mesmo impressor, que lhe sirva de modelo para imprimir os outros, e que este concorda com aquele e dele não difere absolutamente em nada.

13 - E como seria difícil transmitir a presente Bula a todos os lugares do mundo cristão e levá-la imediatamente ao conhecimento de todos, ordenamos que, segundo o costume, ela seja publicada e afixada às portas da Basílica do Príncipe dos Apóstolos e da Chancelaria Apostólica, bem como no Campo de Flora. Ordenamos igualmente que aos exemplares mesmo impressos desta Bula, subscritos pela mão de um tabelião público e munidos, outrossim, do Selo de uma pessoa constituída em dignidade eclesiástica, seja dada, no mundo inteiro, a mesma fé inquebrantável que se daria à presente, caso mostrada ou exibida.

14 - Assim, portanto, que a ninguém absolutamente seja permitido infringir ou, por temerária audácia, se opor à presente disposição de nossa permissão, estatuto, ordenação, mandato, preceito, concessão, indulto, declaração, vontade, decreto e proibição.

Se alguém, contudo, tiver a audácia de atentar contra estas disposições, saiba que incorrerá na indignação de Deus Todo-poderoso e de seus bemaventurados Apóstolos Pedro e Paulo.

Dado em Roma perto de São Pedro, no ano da Encarnação do Senhor mil quinhentos e setenta, no dia 14 de Julho, quinto de Nosso Pontificado – Pio Papa V. No ano de 1570, indict. 13, no dia 19 de Julho, 5º ano do Pontificado do nosso Santo Padre em Cristo Pio V, Papa pela Providência divina, as cartas anexas foram publicadas e afixadas nas portas da Basílica do Príncipe dos Apóstolos e da Chancelaria Apostólica e de igual maneira à extremidade do Campo Flora como de costume, por nós Jean Roger e Philibert Cappuis, camareiros, Scipico de Ottaviani, Primeiro Camareiro.

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Missa de Sempre - A primeira da Terra de Santa Cruz



"Mas, ainda que alguém - nós ou um anjo baixado do céu - vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos anunciado, que ele seja anátema." Carta de São Paulo aos Gálatas. I,8.

21 maio 2015

CATECISMO DA SANTA MISSA

O CATECISMO DA SANTA MISSA




Baseado em livro de autor anônimo do Século XIX, publicado em 1975 pela EDICIONES RIALP - Madrid,
NIHIL OBSTAT de D. José Larrabe Orbegozo, Madrid, 27 de outubro de 1975
IMPRIMA-SE: Dr. D. José Maria Martim Patino, Pro-Vigário Geral
Apresentação de Angel Garcia Y Garcia







Glossário

LITURGIA: palavra grega composta de leiton, que significa público, e de ergon, que significa obra ou ato público, o que em português chamamos de serviço divino. Os livros que contêm o modo de celebrar os santos mistérios denominam-se liturgias.

Litúrgico: que pertence ou se refere às liturgias.

Liturgistas:
 escritores ouestudiosos de liturgia.

RITO: em latim ritus, significa um uso ou uma cerimônia que segue uma ordem determinada. Diz-se também rite ou recte para indicar o que está bem feito, com ordem, segundo o costume. Assim se diz rito romano ou milanês conforme prescrito em Roma ou Milão.

Rituallivro que prescreve o modo de administrar os sacramentos.

RITO MOÇÁRABE: rito utilizado nas igrejas de Espanha desde o início do século VIII até o final do século XI. A palavra moçárabe se refere aos espanhóis que subsistiram ao domínio dos árabes quando estes se apoderaram da Espanha em 712, e significa árabes externos, diferenciando-os dos de origem árabe. Este rito chamava-se normalmente de rito gótico, por ter sido seguido pelos godos cristianizados.

SACRAMENTAL: livro que continha as orações e as palavras que os bispos ou sacerdotes recitavam quando celebravam a Missa ou administravam os sacramentos. Posteriormente o específico dos bispos denominou-sepontifical, enquanto que o dos sacerdotes passou a ser sacerdotal, ritual ou manual.

MISSAL: livro que contem tudo o que se diz na Missa no decorrer do ano.

ANTIFONÁRIO: assim era chamado o livro que continha tudo o que se devia cantar no coro durante a Missa devido aos intróitos que tinham por título Antiphona ad introitum;

14 maio 2015

A BELEZA DA MISSA TRADICIONAL




A Santa Missa Tridentina

PREPARAÇÃO


Orações ao pé do altar

De pé, diante dos degraus do altar, o celebrante começa a Missa, fazendo o sinal da cruz (X):
Em nome do Pai, X e do Filho, e do Espírito. Amém.


In nómine Patris, X et Filii, et Spiritus Sancti. Amén.
Subirei ao altar de Deus.
Introibo ad altare Dei.
R. Do Deus que alegra a minha juventude.
R. Ad Deum qui lætificat juventutem meam.

Salmo 42 (este salmo omite-se nas Missas de Defuntos e do Tempo da Paixão)
Julga-me, ó Deus, e separa a minha causa duma gente não santa. Livra-me do homem iníquo e enganador.
Judica me, Deus, et discerne causam meam de gente non sancta: ab homine iniquo et doloso erue me.

R. Tu que és, ó Deus, a minha fortaleza, porque me repeliste? E porque hei-de eu andar triste, enquanto me aflige o inimigo?
R. Quia tu es, Deus, fortitudo mea: quare me repulisti, et quare tristis incedo, dum affligit me inimicus?

Envia a Tua luz e a Tua verdade; estas me conduzirão e me levarão ao Teu santo monte e aos Teus tabernáculos.
Emitte lucem tuam et veritatem tuam: ipsa me deduxerunt et adduxerunt in montem sanctum tuum, et in tabernacula tua.